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Carta ao Editor

São Paulo, 21 de junho de 2004

Ilmo Sr

Dr Evandro Tinoco Mesquita

Editor dos Arq Bras Cardiol

Caro Evandro:

Causou-me satisfação a leitura do artigo "Características morfológicas angiográficas na atresia pulmonar com septo interventricular íntegro" de Marco Aurélio Santos e Vitor Manuel Pereira Azevedo (Arq Bras Cardiol 2004;82: 413-9) que, de maneira singela e objetiva conseguiram mostrar diferenças importantes dos tipos morfológicos do ventrículo direito na atresia pulmonar com septo ventricular íntegro.

A forma didática encontrada para essa exposição tornou o assunto mais simples para o entendimento de aspectos morfo-funcionais que acompanham os vários graus de hipoplasia do ventrículo direito, habituais nesta anomalia.

Ademais, chama a atenção também um outro elemento, não descrito anteriormente na literatura, qual seja o ângulo formado entre o canal arterial e a aorta descendente, obtuso quando o ventrículo direito se mostra maior (tripartite) e agudo quando o ventrículo direito se apresenta menor (uni ou bipartite).

Neste aspecto talvez incida a explicação da patogenia do fechamento da valva pulmonar mais tardia ou mais precoce na vida fetal, respectivamente aos ângulos considerados, o obtuso e o agudo.

Assim o ângulo obtuso, formado entre o canal arterial e a aorta descendente, decorreria da presença de fluxo direcionado da artéria pulmonar para a aorta durante a vida fetal como aliás normalmente ocorre, daí a consideração nesta eventualidade do fechamento mais tardio da valva pulmonar, até mesmo em períodos próximos ao nascimento, favorescendo o bom desenvolvimento ventricular. Por sua vez, o ângulo agudo que acompanha os pacientes com ventrículo direito mais hipoplásico, decorreria ao contrário do fluxo da aorta para a artéria pulmonar, caracterizando o chamado "fluxo pulmonar canal arterial dependente", sendo por isso necessária a consideração da malformação valvar se originar muito mais precocemente, nos primeiros meses da gestação.

Dessa maneira, esse aspecto talvez tenha grande importância na explicação da patogenia do desenvolvimento mais precoce ou mais tardio desta malformação congênita na vida fetal.

Por isso, gostaria de cumprimentar os autores por este achado e feliz pelo retorno do Dr. Marco Aurélio Santos às nossas procuras nesta especialidade , a cardiologia pediátrica, que nos une e cativa a todos.

 Prof. Dr. Edmar Atik

Instituto do Coração da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - Av Eneas Carvalho Aguiar 44 - 05403-000 São Paulo-SP - Tel/Fax: 11-30695409 - e-mail: conatik@incor.usp.br


 

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